PROTESTO AGITA CENTRO DA CIDADE
Manifestação convocada pelo Sindicato dos Municipários de São Lourenço do Sul (Simussul) agitou o centro da cidade na tarde de SEGUNDA-FEIRA, 27, quando o funcionalismo municipal saiu às ruas para protestar contra o reajuste salarial de 4,5% proposto pelo governo do prefeito José Nunes (PT).
A maioria dos participantes da manifestação estava vestida de preto, com apitos e narizes de palhaço, além de faixas com mensagens com críticas e reivindicações. Eles fizeram passeata que saiu da sede do Simussul e percorreu as principais ruas da cidade, com paradas diante da Câmara de Vereadores e da Prefeitura.
Os municipários contestam as alegações de prefeito de que não pode dar reajuste maior por causa da crise internacional e que seria uma irresponsabilidade. "Nos municípios vizinhos há reajustes de até 12%, mas não acreditamos que seus prefeitos são irresponsáveis", afirma o funcionário e diretor sindical José Antônio Marroni.
Para a presidente do sindicato Neda Maria B. Marth a questão é outra: "O governo deve replanejar o orçamento, cortar o grande número de cargos de confiança e estagiários, diminuir secretárias, cortar gastos, enfim, mas não ficar mais quatro anos sacrificando o funcionalismo".
À noite um grande número de funcionários compareceu na sessão da Câmara de Vereadores, durante a qual foi lido documento explicando os motivos da paralisação e solicitando o apoio do Legislativo para que o impasse seja resolvido. Nesta semana será encaminhado um pedido de audiência da diretoria do Simussul e de uma comissão de vereadores com o Executivo municipal para discutir um índice de reajuste maior.
NEDA MARIA MARTH
PRESIDENTE DO SIMUSSUL
A maioria dos participantes da manifestação estava vestida de preto, com apitos e narizes de palhaço, além de faixas com mensagens com críticas e reivindicações. Eles fizeram passeata que saiu da sede do Simussul e percorreu as principais ruas da cidade, com paradas diante da Câmara de Vereadores e da Prefeitura.
Os municipários contestam as alegações de prefeito de que não pode dar reajuste maior por causa da crise internacional e que seria uma irresponsabilidade. "Nos municípios vizinhos há reajustes de até 12%, mas não acreditamos que seus prefeitos são irresponsáveis", afirma o funcionário e diretor sindical José Antônio Marroni.
Para a presidente do sindicato Neda Maria B. Marth a questão é outra: "O governo deve replanejar o orçamento, cortar o grande número de cargos de confiança e estagiários, diminuir secretárias, cortar gastos, enfim, mas não ficar mais quatro anos sacrificando o funcionalismo".
À noite um grande número de funcionários compareceu na sessão da Câmara de Vereadores, durante a qual foi lido documento explicando os motivos da paralisação e solicitando o apoio do Legislativo para que o impasse seja resolvido. Nesta semana será encaminhado um pedido de audiência da diretoria do Simussul e de uma comissão de vereadores com o Executivo municipal para discutir um índice de reajuste maior.
NEDA MARIA MARTH
PRESIDENTE DO SIMUSSUL
Veja as fotos do movimento:



Lembrando, que em Canguçu acontece uma manifestação do SIMCA, nesta sexta-feira, dia 01 de Maio, com início as 14h00min. Haverá mateada e tribuna livre para os participantes, além de apresentações de talentos da terra.
Um comentário:
Bah... fiquei com vergonha agora!!! Acorda SIMCA!!!
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